Estudos comprovam que a cada ano cresce o número de empresas que incorporam a responsabilidade social às suas estratégias de negócio.

Estas empresas descobriram que o lucro, a excelência de seus produtos e a motivação de seus executivos só terão sustentação no longo prazo se acompanhados por valores éticos e com responsabilidade social.

Uma publicação da Exame enumerou várias evidências disso:

Um estudo recente da Universidade de Harvard mostra que companhias

preocupadas em manter relações equilibradas com todos os seus stakeholders crescem, em média, quatro vezes mais do

que as que são focadas apenas em obter resultados para seus acionistas.

Organizações internacionais realizaram uma pesquisa com 25.000 pessoas em 23 países, com o objetivo de verificar a reação dos consumidores quanto à prática de boa cidadania corporativa. O principal resultado foi de que 60% disseram formar suas opiniões em relação às empresas baseadas nas relações que mantinham com a comunidade, seus funcionários e o meio ambiente.

Em 1999 havia um patrimônio de mais de 2 trilhões de dólares sob o comando de fundos que usam bons padrões de conduta, relação com o meio ambiente e com a comunidade, como critérios de investimento. No Brasil, órgãos financiadores como o BNDES já estão vinculando parte de suas operações a projetos que agreguem valor às comunidades.

O projeto "Criança na Quadra" é uma iniciativa que permitirá às empresas que dela participarem reduzir a quantidade de crianças pobres na rua e melhorar seu índice de aproveitamento escolar, usando o esporte como alicerce para construir uma sociedade mais justa e solidária.